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Arrojado projeto propõe a transformação de uma pedreira na China.

Posted by Fernando | Uncategorized, arquitetura, sustentabilidade | Thursday 3 September 2009 3:00 PM

Arrojado, inovador e sustentável. Bem vindo ao Songjiang Hotel. Ele ainda não existe, mas as imagens desse grandioso projeto já são de encher os olhos. Atkins Architecture Dubai foi a empresa vencedora da competição internacional em que o desafio era projetar um hotel cinco estrelas numa antiga pedreira inundada em Songjing, uma província em Shangai, na China.

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Sob o ponto de vista ambiental, o projeto foi desenvolvido para ser sustentável devido à utilização de energia geotermal. A água também foi um fator importante a ser considerado já que faz parte do local de construção. Portanto, o Hotel foi pensado para acontecer acima e abaixo do nível da água, aproveitando toda a beleza e integração com o local.

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A beleza do Hotel junto ao cenário é de impressionar e sua infra-estrutura também não fica a desejar. O Songjiang Hotel terá 400 quartos, diversos restaurantes, cafés, facilidades para conferências para até 1000 pessoas, um complexo para grandes festas, piscinas e uma cascata deslumbrante. Haverá ainda dois pisos subaquáticos. No primeiro piso, um agradável restaurante usará o próprio fundo do lago como um gigante “aquário” de 10 m de altura para encantar os clientes e decorar o ambiente com a beleza da vida marinha. Já no segundo piso, um complexo de lazer com diversas possibilidades de atividades, inclusive aquáticas. Quem curte aventura poderá optar até por uma escalada ou bungee jumping num cenário de tirar o fôlego.

via: http://www.favpropaganda.com.br/

A “biblioesfera” ecológica

Posted by Fernando | Meio Ambiente, arquitetura, sustentabilidade | Monday 20 July 2009 4:18 PM

Arquitetos alemães dão “toque verde” ao ambiente de leitura de uma universidade

biblioesfera_site Com o objetivo de dar uma inspiração mais ecológica às velhas bibliotecas, o escritório de arquitetura alemão Greeen! Architects criou a ‘biblioesfera’, uma construção sustentável que une cidade e universidade. O imenso globo, projetado em uma área de 28 mil metros quadrados, apresenta uma série de iniciativas para minimizar os impactos ambientais, a exemplo de ventilação natural, máximo uso da luz solar e o uso de recursos renováveis para a geração de energia.

O projeto deve ser implementado no campus da Univerisdade de Duisburg-Essen, na Alemanha.

Quando a ‘biblioesfera’ estiver completa, os idealizadores esperam obter um certificado de excelência pelo baixo consumo de energia, já que a expectativa é que o prédio utilize 50% menos energia que os edifícios comuns no país.

Vista noturna da 'biblioesfera'

Vista noturna da 'biblioesfera'

Fonte: Globo.com

Certificações de Materiais de Construção Para a Sustentabilidade

Posted by Ade | Meio Ambiente, sustentabilidade | Monday 13 July 2009 12:25 AM

A última coluna da Arquiteta Daniela Corcuera para o site Arquitetura.com.br nos revela informações interessantes sobre os selos de sustentabilidade na hora da compra.

Cada dia surge novos tipos de selos que dizem contribuir com a sustentabilidade. O consumidor precisa estar ligado na hora da compra. Os selos existentes no país não cobrem por completo esta questão não se engane com declarações e selos levianos ou fictícios, que colaboram para o chamado Greenwashing (“maquiagem verde”), o melhor caminho é investigar, perguntar e pedir comprovações claras e confiáveis aos fornecedores.

Auto – declaração: o fabricante apresenta dados do seu produto que não foram testados ou aprovados por outros. A chamada FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico) que fornece informações sobre o transporte, manuseio, armazenamento e descarte de produtos químicos, considerando os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente, é um exemplo de auto-declaração. Em alguns países, é chamada de Material Safety Data Sheet – MSDS. A FISPQ possui 16 seções, cuja terminologia, numeração e seqüência atendem a norma brasileira NBR 14725. A FISPQ passou a ser obrigatória no Brasil para as tintas utilizadas na construção civil. Outros exemplos incluem selos de reciclabilidade para separação de plásticos, vidros e metais.

Declaração de segunda parte: realizada por uma associação comercial ou empresa de consultoria, estabelece alguns padrões mas há pouca garantia sobre os conflitos de interesse. Pouco utilizada no Brasil, um exemplo é o selo Sustentax. Seria muito interessante que os resultados e os detalhes da análise realizada no produto, fossem divulgados para maior transparência.

Declaração de terceira parte: realizada por uma instituição independente, conduz testes e emite atestados de certificação por meio de auditorias, de forma confiável e isenta. O selo FSC, por exemplo, atesta madeiras que foram produzidas por meio de manejo sustentável. O selo Ecológico da Falcão Bauer é outro exemplo, assim como os selos da ABNT.

Fonte: Arquitetura.com.br