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Arrojado projeto propõe a transformação de uma pedreira na China.

Posted by Fernando | Uncategorized, arquitetura, sustentabilidade | Thursday 3 September 2009 3:00 PM

Arrojado, inovador e sustentável. Bem vindo ao Songjiang Hotel. Ele ainda não existe, mas as imagens desse grandioso projeto já são de encher os olhos. Atkins Architecture Dubai foi a empresa vencedora da competição internacional em que o desafio era projetar um hotel cinco estrelas numa antiga pedreira inundada em Songjing, uma província em Shangai, na China.

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Sob o ponto de vista ambiental, o projeto foi desenvolvido para ser sustentável devido à utilização de energia geotermal. A água também foi um fator importante a ser considerado já que faz parte do local de construção. Portanto, o Hotel foi pensado para acontecer acima e abaixo do nível da água, aproveitando toda a beleza e integração com o local.

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A beleza do Hotel junto ao cenário é de impressionar e sua infra-estrutura também não fica a desejar. O Songjiang Hotel terá 400 quartos, diversos restaurantes, cafés, facilidades para conferências para até 1000 pessoas, um complexo para grandes festas, piscinas e uma cascata deslumbrante. Haverá ainda dois pisos subaquáticos. No primeiro piso, um agradável restaurante usará o próprio fundo do lago como um gigante “aquário” de 10 m de altura para encantar os clientes e decorar o ambiente com a beleza da vida marinha. Já no segundo piso, um complexo de lazer com diversas possibilidades de atividades, inclusive aquáticas. Quem curte aventura poderá optar até por uma escalada ou bungee jumping num cenário de tirar o fôlego.

via: http://www.favpropaganda.com.br/

Projeto do Museu da Imagem e do Som

Posted by Fernando | arquitetura, sustentabilidade | Wednesday 26 August 2009 9:43 AM

Projeto do Museu da Imagem e do Som na Av. Atlântica.
em Copacabana , onde fica a boate Help .


Diller Scofidio + Renfro vence concurso para Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro

Projeto do escritório nova-iorquino é inspirado no calçadão de Copacabana e abrigará biblioteca, videoteca, café, restaurante, espaço para shows, palestras e até mesmo salas de exibição ao ar livre

O escritório nova-iorquino Diller Scofidio + Renfro, dos arquitetos Elizabeth Diller e Ricardo Scofidio, venceu o concurso de projeto para a nova sede do MIS (Museu da Imagem e do Som) do Rio de Janeiro, que será construída em Copacabana. A
escolha foi anunciada no dia 10 de agosto pelo governador carioca, Sérgio Cabral, e pela secretária de Cultura, Adriana Rattes. O custo da obra é estimado em R$ 65 milhões.

Além do ganhador, também foram convidados pelos organizadores do concurso outros seis escritórios: o americano Daniel Libeskind, o japonês Shigeru Ban e os brasileiros Bernardes & Jacobsen, Brasil Arquitetura, Isay Weinfeld e Tacoa Arquitetos.

O projeto de Elizabeth Diller e de Ricardo Scofidio propõe a “verticalização” do calçadão de Copacabana para a nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. O prédio de cinco pavimentos será concebido como se fosse um fole de
sanfona na horizontal, com escadas e rampas fazendo o acesso aos andares. Vidros permitirão a visualização interna do museu pelas pessoas que circulam do lado de fora.

Internamente, o novo MIS terá salas de exposição fixas e temporárias, biblioteca, videoteca, café, restaurante, espaço para shows, palestras e até um auditório para projeções no topo do prédio, ao ar livre. Além disso, a edificação também possuirá
dois pavimentos de estacionamento e salas reservadas para a administração do museu.

De acordo com informações do Governo do Rio de Janeiro, as obras do futuro MIS devem se iniciar em até dois meses e a perspectiva é de que o espaço seja aberto ao público em abril de 2012. O projeto está orçado em R$ 65 milhões, sendo que
cerca de R$ 50 milhões virão do Estado e o restante será captado por meio de parcerias privadas.


Vejam as fotos do Projeto e também dos outros concorrentes.



Burle Marx 100 anos: Obra em ”Constante Vaivém”

Posted by Ade | Paisagismo, arquitetura | Thursday 6 August 2009 5:13 PM

Mostra no MAM, que celebra centenário do artista, revela várias áreas de atuação

Ao lado de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, Burle Marx foi um dos pilares que deram “sotaque particular e original” ao movimento moderno arquitetônico trazido por Le Corbusier, como afirma Lauro Cavalcanti, diretor do Paço Imperial, no Rio, e curador da mostra Roberto Burle Marx 100 Anos: A Permanência do Instável, que será inaugurada hoje no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Nacionalmente e internacionalmente, Burle Marx ficou reconhecido como dos grandes paisagistas – responsável por projetos que se tornarm sua marca, como, no Rio, o do Parque do Flamengo, o da calçada da Avenida Atlântica e do Palácio Capanema, então Ministério da Educação e Saúde, e dos jardins da Pampulha, em Belo Horizonte -, mas ele foi um criador muito além desse campo. “Indisciplinado e workaholic”, como diz Cavalcanti, Burle Marx (1909-1994) tem uma produção que compreende a pintura também como parte importante de sua trajetória, a gravura, e ainda incursões no design de jóias e de vasos, de cenários e figurinos e a realização de belas tapeçarias. É essa faceta múltipla que ressalta na mostra feita especialmente para celebrar o centenário do artista, a ser completado em 4 de agosto.

Há uma definição precisa do urbanista Lucio Costa para a produção de Burle Marx, estampada logo no início da exposição: sua obra é “um constante vaivém” entre o paisagismo, a botânica, o desenho, as artes plásticas, enfim. Inevitavelmente, é esse movimento que se sente no percurso de toda a Grande Sala do MAM: o abstracionismo das cores dos quadros do artista se refletem nos vários guaches sobre o papel de seus projetos paisagísticos e até na monumental tapeçaria de 1969, com quase 25 metros de comprimento. Pertencente à prefeitura de Santo André, a tapeçaria é um grande destaque (com o perdão do trocadilho) da exposição, exibida anteriormente no Paço Imperial, no Rio, onde recebeu 180 mil visitantes – ela também é acompanhada de um alentado livro, editado pela Rocco e com textos de diversos especialistas.

Burle Marx nasceu em São Paulo, mas foi o Rio a sua verdadeira base. Também viveu na Alemanha quando jovem – uma importante experiência para sua formação -, voltando ao Brasil, em 1932, quando realizou no Recife, “terra de sua mãe”, seus primeiros projetos paisagísticos. O subtítulo da mostra, a Permanência do Instável, é uma licença poética referente ao paisagista e botânico, que desde jovem, primeiramente encantado com cactos, vitórias-régias, bromélias e outras espécimes tropicais, começa a criar jardins, ou seja “composições com elementos que mudam dia a dia”, como diz Lauro Cavalcanti – as plantas crescem, se transformam ao longo do tempo e como um “pintor e jardineiro prático”, definiu em 1949 Claude Vincent, era esse seu desafio. A exposição é rica em tratar do paisagista Burle Marx, perpassando com documentações, fotografias (dentre elas, feitas por Gautherot e Alair Gomes) e desenhos vários de seus projetos nesse campo, públicos ou residenciais, concretizados ou não, e criados para o Brasil e para outros países.

A mostra se dedica em grande parte, também, a dar destaque para o Burle Marx “excelente” pintor – e foi esse o primeiro mote que Lauro Cavalcanti teve para conceber a exposição, há cerca de três anos. “Todos os dias ele pintava pela manhã e fazia jardins à tarde”, diz o curador, afirmando ainda que o artista ficava chateado por ter sua pintura relegada a segundo plano. A mostra apresenta as telas feitas por ele da década de 1930 até o fim de sua vida (incluindo até um quadro inacabado).

Fonte: O Estado de S. Paulo

Presença Confirmada no Architectour 2009, Bratke Lança Livro em São Paulo

Posted by Ade | arquitetos, arquitetura | Monday 3 August 2009 10:06 AM

Arquiteto Carlos Bratke reúne em livro projetos que marcam sua trajetória recente, com lançamento dia 13/08, na livraria da vila, em SP

Projetos evidenciam a pesquisa da forma e busca do arquiteto pela inovação técnica.

Com uma trajetória reconhecida nacional e internacionalmente em mais de 40 anos de profissão, o arquiteto Carlos Bratke reúne alguns de seus mais recentes projetos no livro “Carlos Bratke”, que será lançado dia 13 de agosto, a partir das 19h, na Livraria da Vila – Alameda Lorena, em São Paulo. A publicação, parte da coleção Portfólio Brasil da editora J. J. Carol, traz detalhes técnicos, ilustrações e comentários a respeito de oito obras e um projeto em construção, todos produzidos na última década.

“O livro reúne projetos que aprecio e demonstram diversas vertentes de minha atuação”, resume o arquiteto. Ele pretende ilustrar, por meio destes projetos, o que considera uma premissa em seu trabalho: a pesquisa da forma e a busca pela inovação técnica.

A coletânea traz soluções arquitetônicas adotadas por Bratke para nove projetos: a Concessionária Fiat Tempo, o Centro de Capacitação e Pesquisa do Meio Ambiente – CEPEMA/Petrobras, o Centro Administrativo da Refinaria Presidente Bernardes, a galeria Pinakotheke Cultural, uma casa de campo, o Centro Empresarial e Cultural João Domingues de Araújo e os edifícios Victoria Falls, Condomínio Paulista e Edifício Ônix, todos localizados no estado de São Paulo.

O lançamento do livro coincide também com um importante reconhecimento ao trabalho de Carlos Bratke. Uma de suas obras, o Edifício Oswaldo Bratke, acaba de ser selecionada pelo Conselho Curador do Museu Georges Pompidou, da França, para compor o acervo da instituição.

Biografia – Carlos Bratke, filho do também arquiteto Oswaldo Bratke, nasceu em São Paulo, em 1942. Formou-se em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, no ano de 1967.

Desde que estabeleceu seu escritório, iniciou uma longa trajetória que inclui atividades docentes e publicações. Entre seus principais projetos destacam-se cerca de 60 edifícios na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, a Igreja São Pedro e São Paulo, várias escolas públicas e particulares e o Parque do Povo, todos em São Paulo. Já projetou inúmeros edifícios, indústrias, shopping centers, hotéis, centros culturais, igrejas e residências. Tem ainda projetos nos Estados Unidos e Uruguai.

Carlos Bratke foi presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil/Departamento de São Paulo no biênio (1992/1993), diretor do Museu da Casa Brasileira (1992 á 1995) e presidente da Fundação Bienal de São Paulo (1999 a 2002). Também lecionou nas Faculdades de Arquitetura Mackenzie e Belas Artes.

Entre os principais prêmios de sua trajetória, Bratke conquistou em 1987 o Prêmio Cubo de Plata na II Bienal de Arquitetura em Buenos Aires. Nos Estados Unidos, em 1989, expôs individualmente sua obra, na cidade de Washington. Em 1997 recebeu o Grande Prêmio III Bienal Internacional de São Paulo. Dois anos depois, ganhou o prêmio Vitrúvio, outorgado por um júri internacional convocado pelo CAYC (Centro de Arte e Comunicação) e o prêmio para edifícios corporativos na cidade de São Paulo na XI Bienal de Arquitetura de Buenos Aires.

Lançamento do livro Carlos Bratke – Arquitetura
Dia 13 de agosto de 2009, a partir das 19h.
Local: Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – Jardins – São Paulo (SP).
Tel.: 11 3062-1063.
Editora: J. J. Carol. Coleção Portfólio Brasil.
Nº de páginas: 130.
Preço: R$ 59,00

Fonte: Arquitetura.com.br

Arte + Arquitetura

Posted by Fernando | arquitetura, arte | Friday 24 July 2009 1:44 PM

Um exemplo de como podemos ultrapassar barreiras para criar. Pensar criativamente é fundamental ao discutir um projeto. Muitas vezes as soluções surgem de formas inusitadas e quando menos esperamos encontrá-las.

Divirta-se com a arte e a arquitetura.

via: http://www.urbanscreen.com/

A “biblioesfera” ecológica

Posted by Fernando | Meio Ambiente, arquitetura, sustentabilidade | Monday 20 July 2009 4:18 PM

Arquitetos alemães dão “toque verde” ao ambiente de leitura de uma universidade

biblioesfera_site Com o objetivo de dar uma inspiração mais ecológica às velhas bibliotecas, o escritório de arquitetura alemão Greeen! Architects criou a ‘biblioesfera’, uma construção sustentável que une cidade e universidade. O imenso globo, projetado em uma área de 28 mil metros quadrados, apresenta uma série de iniciativas para minimizar os impactos ambientais, a exemplo de ventilação natural, máximo uso da luz solar e o uso de recursos renováveis para a geração de energia.

O projeto deve ser implementado no campus da Univerisdade de Duisburg-Essen, na Alemanha.

Quando a ‘biblioesfera’ estiver completa, os idealizadores esperam obter um certificado de excelência pelo baixo consumo de energia, já que a expectativa é que o prédio utilize 50% menos energia que os edifícios comuns no país.

Vista noturna da 'biblioesfera'

Vista noturna da 'biblioesfera'

Fonte: Globo.com

Lafarge Gypson Abre Inscrições Para Premiação de Projetos Arquitetônicos com Drywall

Posted by Ade | Interiores, arquitetura | Monday 20 July 2009 11:15 AM

Empresa vai eleger os melhores trabalhos arquitetônicos com o uso do material em forros, paredes, revestimentos e mobiliários integrados

As inscrições para a segunda edição do Prêmio Lafarge Gypson de Arquitetura de Interiores estão abertas até o dia 30 de setembro. A premiação escolherá os vinte melhores projetos arquitetônicos que utilizam soluções em drywall para forros, paredes, revestimentos e/ou mobiliários integrados. O primeiro colocado ganhará um carro.

O critério de avaliação dos trabalhos será baseado no uso do Drywall para solucionar as necessidades dos projetos arquitetônicos. Além do carro para o primeiro lugar, a Lafarge Gypson ainda dará um iPhone 3G para o segundo ao quinto colocados e um iPod Nano para o sexto ao vigésimo lugares.

O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Lafarge Gypsum. Outras informações também podem ser obtidas pelo telefone 0800 282 9255. O resultado do concurso será divulgado no endereço eletrônico da empresa em 1º de novembro. Já a entrega da premiação acontecerá no dia 25 de novembro, no Museu de Arte Moderna (MAM), na cidade de São Paulo.

Na primeira edição do Prêmio Lafarge Gypson de Arquitetura de Interiores, ocorrida no ano passado, o vencedor foi o arquiteto Nagib Orro com o projeto da loja Sven Klaus Schimpf, em São Paulo. Outros 19 projetos foram selecionados e mais nove receberam menções honrosas.

Fonte: Revista aU

Inaugurada Ponte com Projeto Arrojado em Dublin

Posted by Ade | arquitetura | Friday 17 July 2009 11:09 AM

Plataforma integra o projeto de revitalização do centro urbano e da antiga zona das docas da capital irlandesa. Na cor branca, obra futurista contrasta com a água escura do canal Royal.

A obra da ponte Spencer Dock foi concluída em Dublin, na Irlanda. Com 40 metros de extensão, a plataforma cruza o canal Royal e abriga duas pistas para automóveis, duas linhas de bonde elétrico e vias para pedestres. O investimento público no projeto, assinado pelo escritório Amanda Levete Architects, foi de 4,5 milhões de euros.

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A construção da Spencer Dock utilizou uma combinação de concreto moldado in loco e concreto reforçado pré-fabricado, ambos na cor branca, para dar contraste à água escura do canal Royal. Durante a noite, com a ajuda de iluminação especial, o reflexo do rio ficará ainda mais evidente na ponte.

A plataforma fará parte de um novo parque em construção na cidade, o Linear Park. Segundo o escritório de arquitetura, Amanda Levete Architects, o objetivo do projeto era criar uma plataforma que se integrasse à paisagem da região, dando ar futurístico ao centro urbano.

A ponte e o parque integram o projeto de revitalização do centro urbano e a antiga zona das docas de Dublin. A perspectiva é de que a Spencer Dock entre em operação em 2010, quando as obras do Linear Park serão finalizadas.

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Fonte: Revista aU

Em grandes cidades como Nova York, Paris, Londres e Berlim, um projeto diferenciado é motivo para longos debates na mídia. Por que isso não acontece no Brasil?

Posted by Fernando | Questionamentos, Uncategorized | Thursday 16 July 2009 11:04 PM

Quando eu tinha nove ou dez anos, gostava de desenhar as plantas de onde estava, como a da minha casa ou a de minha avó, de ler revistas de arquitetura e folhear livros de história da arquitetura. Como a família dizia que eu desenhava bem, ficou a idéia de que eu seria arquiteto no futuro. Não sou, para felicidade geral dos habitantes, mas o assunto me interessa tanto que às vezes chego a pensar que há certa frustração aí. Frustrante, porém, é a maneira como ele é tratado no Brasil. As revistas especializadas são poucas e muito técnicas, os jornais generalistas mal tocam no assunto, as pessoas cultas não parecem incluí-lo na pauta. Em grandes cidades como Nova York, Paris, Londres ou Berlim, cada prédio novo que chame a atenção – seja comercial, residencial ou público – é motivo para intermináveis debates sobre sua estética e pertinência.
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Pode ver que temos arquitetos de projeção internacional, a começar por Oscar Niemeyer, mas não temos críticos de arquitetura de porte equivalente. A culpa não é do trabalho de pessoas como Lauro Cavalcanti, Hugo Segawa ou Fernando Serapião, mas da falta de interesse da sociedade em geral, da mídia e das editoras em particular. Não temos Kenneth Frampton, Giulio Carlo Argan, Lewis Mumford – não temos um pensamento sobre arquitetura e seu papel na vida urbana e no desenvolvimento humano. Apesar de picos de qualidade, a média de nossas construções em cidades como Rio e São Paulo é muito baixa: são prédios mais de engenheiros do que de arquitetos, com aspecto feio ou comum. Ou então são os arranha-céus em estilo “neoclássico”, kitsch demais em sua tentativa de ser chique, com nomes como “maison” ou “plaza”.
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Quando prédios dos medalhões da área despontam, é verdade que o debate surge nos jornais e é ouvido em conversas de bar. Mas a polêmica vem mais da aberração do que da reflexão. Nossos arquitetos famosos gostam de fazer obras que destoam completamente do entorno, do contexto urbano, e assim vemos paralelepípedos de vidro e alumínio com detalhes em roxo ou verde-limão serem erguidos em bairros como Higienópolis, em São Paulo, onde uma arquitetura de estilo anos 50 – com pilotis de pastilha e rampas entre jardins – é a predominante. Não há diálogo nenhum.

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A boa notícia é que há uma resistência e ela vem encontrando um mercado que cresce a cada ano. Arquitetos como Isay Weinfeld, Marcelo Morettin, Alvaro Puntoni, Angelo Bucci e a turma do Triptyque, na capital paulista, têm feito casas, edifícios e lojas com uma linguagem sofisticada, contemporânea, preocupada com o espaço público e com uma estética heterodoxa. Estrangeiros como Alvaro Siza (Fundação Iberê Camargo em Porto Alegre), Christian de Portzamparc (Cidade da Música no Rio) e Herzog & De Meuron (Teatro da Dança em São Paulo) têm, finalmente, aportado por aqui. Quem sabe assim, aos poucos, mais crianças que gostam de desenhar plantas continuem a fazê-lo quando adultas.

fonte: Revista Ocean Air

Texto de Daniel Piza, publicado em 01 de março de 2009 em www.danielpiza.com.br

Soluções para reduzir consumo ernergético nos edifícios

Posted by Fernando | arquitetura, sustentabilidade | Monday 13 July 2009 4:25 PM

A Comissão Europeia (CE) lançou o Portal “Build Up”, que visa a partilha de informações sobre a redução do consumo de energia nos edifícios. Este site será periodicamente actualizado e desenvolvido pelos próprios utilizadores. O conteúdo do portal abrange uma grande diversidade de boas práticas e de informações sobre a legislação em vigor relativa a economia de energia, bem como notícias, publicações, estudos de caso e ainda um blogue onde todos os utilizadores registados podem deixar as suas questões e opiniões. Para atingir as metas energéticas e combater as alterações climáticas, a União Europeia quer melhorar o desempenho dos edifícios, uma vez que estes são responsáveis por 40% do total de energia consumida na Europa.

Fonte: Portal do Cidadão (Portugal)

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