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Carlos Bratke

Posted by Fernando | arquitetos, arquitetura | Monday 13 July 2009 9:56 PM

08_07_03_carlos_bratke_siteCarlos Bratke nasceu em São Paulo, em 20 de outubro de 1942. Formado na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie (FAUUM) em 1967, com pós-graduação em Planejamento e Evolução Urbana na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP). Além das atividades em seu escritório, foi professor nas Faculdades de Arquitetura Mackenzie e Belas Artes.

Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil/Departamento de São Paulo no biênio 92/93. Diretor do Museu da Casa Brasileira entre 92/95. Conselheiro da Fundação Bienal de São Paulo. Com escritório desde 1968, já projetou inúmeros edifícios, indústrias, shopping centers, hotéis, escolas, centros culturais, igrejas e residências. Tem também projetos nos Estados Unidos e Uruguai.

Carlos Bratke was born in Sao Paulo, on October 20th, 1942. He received his degree in Architecture and Urban Planning from Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie (FAUUM) in 1967, with post-graduation in Planning and Urban Evolution at Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP). In addition to his professional activities in the office, he was a Professor at Faculdade de Arquitetura Mackenzie and Belas Artes School.

President of the Institute of Architects in Brazil Department of São Paulo in the years of 92/93. Director of the Museum of the Brazilian House between 92/95. Counselor of The Biennal Foundation of São Paulo. With his office since 1968, he has projected several buildings, industries, shopping malls, hotels, churches, cultural centers and houses. He has also projects in the United States and Uruguay.
President of the Biennal Foundation of São Paulo 1999-2002.

Carlos Bratke estará presente no Architectour 2009 falando sobre “A França e o Eco de seus Exemplos na Arquitetura e Urbanização no impulso à Economia e ao Turismo.”

Saiba mais no site oficial do evento.

Premiações

1979 43º. Salão Paulista de Belas Artes, Prêmio Assembléia Legislativa de São Paulo, Arquitetura

1981 45º. Salão Paulista de Belas Artes, Prêmio Assembléia Legislativa de São Paulo, Arquitetura

1982 46º. Salão Paulista de Belas Artes, Medalha de Ouro, Arquitetura

1985 Premiação Anual do Instituto dos Arquitetos do Brasil, Departamento de São Paulo, Prêmio Rino Levi
1987 II Bienal Internacional de Arquitetura – BA/87, Buenos Aires, Cubo de Plata

1989 Embaixada do Brasil em Washington (EUA), Exposição individual

1994 Prêmio Belgo Mineira de Arquitetura

1994 Associação Brasileira de Estruturas Metálicas, Prêmio ABCEM para estruturas metálicas

1994 Instituto dos Arquitetos do brasil, Departamento de São Paulo, Prêmio Categoria Residência Unifamiliar

Leia a coluna de Carlos Bratke no site arquitetura.

Soluções para reduzir consumo ernergético nos edifícios

Posted by Fernando | arquitetura, sustentabilidade | Monday 13 July 2009 4:25 PM

A Comissão Europeia (CE) lançou o Portal “Build Up”, que visa a partilha de informações sobre a redução do consumo de energia nos edifícios. Este site será periodicamente actualizado e desenvolvido pelos próprios utilizadores. O conteúdo do portal abrange uma grande diversidade de boas práticas e de informações sobre a legislação em vigor relativa a economia de energia, bem como notícias, publicações, estudos de caso e ainda um blogue onde todos os utilizadores registados podem deixar as suas questões e opiniões. Para atingir as metas energéticas e combater as alterações climáticas, a União Europeia quer melhorar o desempenho dos edifícios, uma vez que estes são responsáveis por 40% do total de energia consumida na Europa.

Fonte: Portal do Cidadão (Portugal)

Medição Eletrônica é Liberada Pelo Inmetro

Posted by Ade | arquitetura | Monday 13 July 2009 12:29 AM

Foi publicada no Diário Oficial da União de 02 de julho de 2009 a portaria 213 do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Depois de meses de testes e pesquisas foi homologado o primeiro sistema de medição eletrônica do País, o SGP+M da Landis+Gyr.

Durante o processo de homologação do SGP+M, o Inmetro realizou uma série de ensaios nos equipamentos e software embarcado desenvolvidos pela empresa. Os medidores eletrônicos são considerados mais eficientes, mais precisos e colaboram com a redução dos custos de leitura, corte e religação.

Sistemas de medição

Além de ser um importante aliado para a implantação do uso intensivo da tecnologia da informação e comunicação para tornar mais inteligente a geração, transmissão e distribuição a energia elétrica, denominado Smart Grid no Brasil, a medição eletrônica é um importante aliado das distribuidoras brasileiras de energia elétrica para combater as perdas não técnicas (furto, fraude, inadimplência, clientes clandestinos, etc).

Além disso, com a medição eletrônica, as concessionárias conseguem um menor custo operacional, maior agilidade na prestação de serviços, um maior conhecimento dos seus consumidores e a oportunidade para a oferta de novos serviços.

A medição eletrônica permite ainda que os consumidores criem uma cultura popular contra o desperdício. Afinal, o consumidor só pode controlar o seu consumo se souber efetivamente o que está consumindo.

Até a entrada da portaria nº 371 do Inmetro, que proibiu desde setembro de 2007 a comercialização e instalação de sistemas de medição eletrônica de energia que não fossem homologados pelo Inmetro, todos os projetos com esse tipo de medição de energia instalados no País então foram amparadas em autorizações específicas da Aneel.

Fonte : Portal Lumiere

Certificações de Materiais de Construção Para a Sustentabilidade

Posted by Ade | Meio Ambiente, sustentabilidade | Monday 13 July 2009 12:25 AM

A última coluna da Arquiteta Daniela Corcuera para o site Arquitetura.com.br nos revela informações interessantes sobre os selos de sustentabilidade na hora da compra.

Cada dia surge novos tipos de selos que dizem contribuir com a sustentabilidade. O consumidor precisa estar ligado na hora da compra. Os selos existentes no país não cobrem por completo esta questão não se engane com declarações e selos levianos ou fictícios, que colaboram para o chamado Greenwashing (“maquiagem verde”), o melhor caminho é investigar, perguntar e pedir comprovações claras e confiáveis aos fornecedores.

Auto – declaração: o fabricante apresenta dados do seu produto que não foram testados ou aprovados por outros. A chamada FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico) que fornece informações sobre o transporte, manuseio, armazenamento e descarte de produtos químicos, considerando os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente, é um exemplo de auto-declaração. Em alguns países, é chamada de Material Safety Data Sheet – MSDS. A FISPQ possui 16 seções, cuja terminologia, numeração e seqüência atendem a norma brasileira NBR 14725. A FISPQ passou a ser obrigatória no Brasil para as tintas utilizadas na construção civil. Outros exemplos incluem selos de reciclabilidade para separação de plásticos, vidros e metais.

Declaração de segunda parte: realizada por uma associação comercial ou empresa de consultoria, estabelece alguns padrões mas há pouca garantia sobre os conflitos de interesse. Pouco utilizada no Brasil, um exemplo é o selo Sustentax. Seria muito interessante que os resultados e os detalhes da análise realizada no produto, fossem divulgados para maior transparência.

Declaração de terceira parte: realizada por uma instituição independente, conduz testes e emite atestados de certificação por meio de auditorias, de forma confiável e isenta. O selo FSC, por exemplo, atesta madeiras que foram produzidas por meio de manejo sustentável. O selo Ecológico da Falcão Bauer é outro exemplo, assim como os selos da ABNT.

Fonte: Arquitetura.com.br