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Blog com notícias sobre Arquitetura

Archive for July, 2009

Promoção

Friday, July 31st, 2009

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Architectour 2009: Arquitetura e turismo sustentável

Friday, July 31st, 2009

O evento é direcionado aos arquitetos, urbanistas, designers, engenheiros, profissionais de turismo administradores e empresários desses segmentos.

Criar estratégias de valorização da cultura e preservação do meio ambiente, incentivar o debate acerca do modelo atual de turismo e promover políticas que privilegiem o turismo sustentável. Estes são os principais objetivos do Architectour 2009: Seminário Internacional de Arquitetura para o Turismo, que reunirá profissionais e estudantes de 8 a 10 de setembro próximo, no auditório da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. O evento é direcionado aos arquitetos, urbanistas, designers, engenheiros, profissionais de turismo administradores e empresários desses segmentos.

Estrelas internacionais já têm presença confirmada, como o arquiteto Giordano Lorente, membro do Colégio de Jurados da Sociedade de Arquitetos do Uruguai; da norte-americana Andrea Cochran, especialista em arquitetura e paisagismo, cujo trabalho pode ser conferido no livro Andrea Cochran: Landscapes, de autoria de Mary Myres, lançado em abril de 2009.

Vencedor do RIBA Stirling Pize 2007 – mais importante concurso do Reino Unido que destaca referências de arquitetura, o inglês David Chipperfield também estará no evento. A obra premiada foi o Museu de Literatura Moderna, que fica em Marbach, na Alemanha. O projeto é marcado pela originalidade – tem forma de templo e os documentos, objetos e manuscritos ficam expostos em colunas inteiramente de vidro, que permitem uma visão completa dos materiais, ultrapassando as barreiras da bimensionalidade.

Fonte: Assessoria Palavracom

A Arquitetura a Serviço do Paciente

Tuesday, July 28th, 2009

Parece cada vez mais claro que a humanização da arquitetura é um elemento que também influi na evolução do paciente. É o que poderia se denominar arquitetura terapêutica Rafael Pérez Ybarra Mais humanos e mais próximos. As últimas tendências no projeto de centros hospitalares evoluíram.

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Agora se pretende que os novos edifícios contribuam para facilitar o tratamento do paciente e que, de alguma maneira, intervenham em sua cura. É que, segundo Luis González Sterling, arquiteto que participou do projeto de alguns dos novos hospitais da Comunidade de Madri, existe a certeza de que “o entorno é um elemento que influi na cura do paciente”. Os novos hospitais – e na Espanha estão sendo construídos muitos – tentam aplicar a máxima da humanização. E não é só na questão do tamanho; no projeto agora “mandam os pacientes e não os médicos”, explica o arquiteto Alfonso Casares, especialista em projetos de hospitais.

Com isso ele não quer dizer que os hospitais sejam projetados sem levar em consideração os profissionais de saúde; é mais que “há uma tendência a que no processo de criação de novos hospitais intervenham tanto o arquiteto como os profissionais de saúde, mas ambos devem intervir sem perder de vista a perspectiva do paciente”. Segundo Casares, as áreas médicas são projetadas de acordo com as necessidades do paciente e se dá prioridade à humanização do entorno porque se demonstrou que, assim como o tratamento médico, o ambiente também pode ser terapêutico.

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No projeto dos novos hospitais da Comunidade de Madri, explica González Sterling, houve a intervenção de uma equipe de profissionais formada por médicos, engenheiros e enfermeiros. E essa maneira de fazer os hospitais está se estendendo também aos macro-hospitais como o de Oviedo ou o de Burgos, que são conseqüência de uma reforma de outros mais antigos ou mais especializados, como os que foram construídos ou estão sendo para os pacientes de Alzheimer ou as residências para idosos. Assim, no processo de projeto dos novos hospitais de Madri, articulado em quatro fases levou-se em conta, através de uma exposição pública dos projetos, “as considerações das prefeituras, de moradores, usuários e profissionais”, diz González Sterling, com a finalidade de adaptar o hospital às necessidades reais dos pacientes.

A saúde, afirma o arquiteto Carlos Lamela, se transformou em uma das principais preocupações da sociedade atual, e a arquitetura não é alheia à necessidade de humanizar os edifícios dedicados aos tratamentos de saúde. Há alguns anos “a nova arquitetura hospitalar tenta mostrar seu lado mais humano através de hospitais, ambulatórios ou residências para idosos”.

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Rafael Moneo e José María de la Mata, arquitetos do Hospital Materno Infantil Gregorio Marañón em Madri, explicam em um memorando do citado centro que um hospital deve “ter a lógica que se espera da ciência a que se recorre na enfermidade”. Nesse sentido, os novos centros “não querem intimidar” e devem “dar aos pacientes e suas famílias todo tipo de facilidade”. Essa idéia está por trás de muitos dos novos edifícios hospitalares. O escritório dirigido por Carlos Lamela é o autor do Centro de Tratamento para Doentes de Alzheimer da Fundação Rainha Sofia em Madri. Para seu projeto contaram tanto com profissionais de saúde como com as famílias dos pacientes. A Associação de Doentes de Alzheimer AFALcontigo assessorou os arquitetos no projeto da estrutura de uma das unidades do centro e do sistema de “domótica”. Trata-se de um verdadeiro sistema de inteligência ambiental, segundo Blanca Clavijo, presidente da AFALcontigo, que “melhora a atenção e o entorno do paciente”.

Participação dos médicos A participação dos médicos também é um elemento essencial. Alguns chefes de serviço, diz González Sterling, intervêm muito ativamente no projeto de suas unidades e inclusive “apresentaram planos”. A colaboração dos médicos “é um luxo”, segundo Pablo Martínez, do Instituto de Saúde Carlos III em Madri. Sua equipe participou do projeto da Unidade de Pesquisa do Centro Rainha Sofia, algo que em sua opinião ainda não é muito freqüente na Espanha. “Foi projetado em função de nossas necessidades clínicas”, diz. Esse é, de alguma maneira, o ponto de partida da arquitetura terapêutica, um conceito em que se trata de envolver todos os sujeitos relacionados ao cuidado dos doentes: médicos, pesquisadores, enfermaria, pacientes, curadores e familiares. E cada um contribui com seu olhar particular: “Enquanto os médicos têm uma visão mais global, de grandes áreas, a enfermaria se fixa mais nos detalhes”, comenta González Sterling. A arquitetura terapêutica está concebida como a união entre a arte e a técnica, e deve ser capaz de provocar no paciente uma sensação de bem-estar através de recursos estéticos, mas sem esquecer algo tão importante para um hospital como a funcionalidade. Antes, lembra Alfonso Casares, os hospitais eram projetados de uma perspectiva “mais acadêmica e intelectual”.

O hospital, afirma, é um edifício em que o “paciente ia para sofrer. E isso mudou”. Hoje a arquitetura deve contemplar também a melhor forma de criar sinergias e aproveitar ao máximo os recursos técnicos. Segundo Casares, isso também se reflete nas palavras: muitas vezes não se usa mais a palavra “paciente” – o que sofre e espera -, mas “cliente”. O paciente deve ser o centro do hospital e deve sentir-se cômodo, algo especialmente importante quando os “hospitais públicos competem entre si nos serviços”. A esse respeito, acrescenta, uma das novidades mais importantes é que na grande maioria dos novos hospitais construídos na Espanha os quartos são individuais. Ficou demonstrado que a recuperação do paciente é mais rápida, “além de que se respeita mais sua intimidade”. Dessa forma, o projeto influi “na estadia hospitalar”.

Nos projetos também se leva em conta a eficiência, racionalizando a distribuição das áreas e estabelecendo “relações de proximidade”. As unidades de emergência, as UTIs e salas de cirurgia, por exemplo, não devem estar a mais de 4-5 minutos de distância, afirma González Sterling. O que está ocorrendo, esclarece o arquiteto, é uma mudança no conceito dos hospitais. Já não importa tanto o “número de leitos” como “a especialização, o que vai se realizar em seu interior”. Na opinião dele, “o leito não é uma medida lógica”. Mesmo assim, a crescente demanda de leitos devido ao envelhecimento da população e a deterioração de alguns dos maiores hospitais obrigará a construir edifícios de grandes dimensões capazes de abrigar todas as especialidades de terceiro nível.

Casares acredita que nessa situação é difícil justificar a construção de hospitais menores, nos quais se façam “menos coisas”. Portanto, no processo de renovação “tende-se a construir hospitais grandes”, mesmo tentando integrar o conceito de arquitetura terapêutica.

Via: controversia

Investimentos em Eficiência Energética Devem ser Quadruplicados

Monday, July 27th, 2009

A Agência Internacional de Energia (AIE) disse que, para impedir que o aquecimento global supere os níveis controláveis, os investimentos em eficiência energética e tecnologias limpas devem ser quadruplicados. Isto significaria investir 400 bilhões de dólares por ano durante os próximos 20 anos, já que os diversos planos do governo contra a crise anunciados até agora preveem 100 bilhões de dólares para essas questões.

De acordo com a agência, a eficiência energética pode representar 54% do esforço pela redução das emissões de dióxido de carbono (CO2) pela metade até 2050, para que o aumento da temperatura global não supere os dois graus a partir dos quais se considera que as alterações climáticas resultariam em consequências incontroláveis. O restante da diminuição se daria com o desenvolvimento de energias renováveis, mais centrais nucleares, e produção de tecnologia de captura e armazenamento de CO2 a partir de 2020, de acordo com a AIE, que reúne os grandes países consumidores de energia membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

A agência, que manifestou sua satisfação com o compromisso do G8 em reduzir em 80% as emissões de gases do efeito estufa até 2050 em relação aos níveis de 1990, pediu que os governos adotem “políticas estáveis e transparentes que promovam investimento em energia e melhorem sua regulação nos mercados do futuro”. A AIE também destacou que é na área de eficiência energética que “os governos podem fazer a diferença” no corte de emissões de gases do efeito estufa.

Fonte: Finanzas.com

Concurso Internacional Escolherá os Melhores Projetos Para Cidades Autossuficientes

Friday, July 24th, 2009


Seleção busca incentivar propostas que atendam aos desafios emergentes em áreas como ecologia, tecnologia da informação, socialização e globalização

As inscrições para o concurso internacional de ideias The Self-Sufficient City: Envisioning the habitat of the future (em tradução literal, A Cidade Autossuficiente: Prevendo o habitat do futuro) vão até o dia 28 de setembro. A seleção é promovida pelo IAAC (Institute for Advanced Architecture of Catalonia) e a HP. Tanto profissionais quanto estudantes podem participar.

O objetivo da seleção é incentivar propostas que atendam aos desafios emergentes em áreas como ecologia, tecnologia da informação, socialização e globalização, a partir de uma perspectiva que privilegie a autossuficiência das cidades e também dos edifícios.

Os três melhores trabalhos ganharão uma impressora HP Grande Formato e um curso MBA em Arquitetura Avançada (Master in Advanced Architecture) do IAAC, além de 3 mil euros para o primeiro colocado, 2 mil euros para o segundo e mil euros para o terceiro. Os projetos selecionados também farão parte de uma publicação especial e uma exposição oficial do concurso, que passará por diversas cidades do mundo, começando por Barcelona em maio de 2010.

Para se inscrever, os interessados devem acessar o site do concurso . O resultado será divulgado na mesma página no dia 15 de novembro.

Fonte: Revista aU

Arte + Arquitetura

Friday, July 24th, 2009

Um exemplo de como podemos ultrapassar barreiras para criar. Pensar criativamente é fundamental ao discutir um projeto. Muitas vezes as soluções surgem de formas inusitadas e quando menos esperamos encontrá-las.

Divirta-se com a arte e a arquitetura.

via: http://www.urbanscreen.com/

Nível Verde – Exposição

Wednesday, July 22nd, 2009

J. Mayer H. Architects e Art + Com Berlim foram chamados para conceber uma exposição permanente para destacar o tema da sustentabilidade para o Autostadt em Wolfsburg, Alemanha. Os 1.000 m² dão ênfase ao design, intitulado Nível Verde, criando um complexo de “teias” que de forma lenta  vai revelando a informação as pessoas. A exposição ressalta a utilização de material para a investigação científica e o uso do desenvolvimento tecnológico como necessidades de sobrevivência no futuro.

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A complexidade do conceito de sustentabilidade inspirou os arquitetos a “tomar as numerosas interdependências do tema como um ponto de partida e traduzir essa qualidade na metáfora da web”. O PET, indiscutivelmente um dos maiores  referênciais do conceito de eco-amizade, serviu como base para a metáfora do formulário. Criando uma experiência ambígua onde os visitantes descobrem as diferentes seções da exposição, deslocando-se através do ambiente.

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A estrutra é criada com folhas de MDF, variando de espessura de acordo com as exigências estruturais e geométricas. O MDF é revestido com uma tinta acrílica,  próxima a utilizada em carros, garantindo alta usabilidade respeitando estritamente as normas ambientais.

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Via: ArcDaily

Client: Autostadt GmbH, Wolfsburg
Site: Volkswagen GroupForum, 1st Floor, Autostadt, Wolfsburg
Architect: J. MAYER H. Architects, Berlin

A “biblioesfera” ecológica

Monday, July 20th, 2009

Arquitetos alemães dão “toque verde” ao ambiente de leitura de uma universidade

biblioesfera_site Com o objetivo de dar uma inspiração mais ecológica às velhas bibliotecas, o escritório de arquitetura alemão Greeen! Architects criou a ‘biblioesfera’, uma construção sustentável que une cidade e universidade. O imenso globo, projetado em uma área de 28 mil metros quadrados, apresenta uma série de iniciativas para minimizar os impactos ambientais, a exemplo de ventilação natural, máximo uso da luz solar e o uso de recursos renováveis para a geração de energia.

O projeto deve ser implementado no campus da Univerisdade de Duisburg-Essen, na Alemanha.

Quando a ‘biblioesfera’ estiver completa, os idealizadores esperam obter um certificado de excelência pelo baixo consumo de energia, já que a expectativa é que o prédio utilize 50% menos energia que os edifícios comuns no país.

Vista noturna da 'biblioesfera'

Vista noturna da 'biblioesfera'

Fonte: Globo.com

Arquiteto Carlos Saborido Cria Projeto de Aquário Marinho Para o Litoral Norte do Paraná

Monday, July 20th, 2009

Empreendimento de 2,2 mil m² será construído em Paranaguá e terá oceanário, biblioteca, loja, cafeteria, mirante, jardim educativo e até mesmo “Pinguinário”

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná apresentou o projeto do Aquário Marinho do Pontal, na cidade de Paranaguá, no litoral norte. O empreendimento foi criado pelo arquiteto Carlos Saborido e demandará um investimento previsto de R$ 5 milhões. “A ideia central é voltada mais para a educação ambiental do que o turismo propriamente dito. Decidimos criar um ponto cientifico e de pesquisa sobre a fauna e a flora marinha”, explica Saborido.

O empreendimento possuirá 2,2 mil m² de área construída a ser edificada em um terreno de 8 mil m². Ao todo, três pavimentos devem abrigar diversos tanques, um oceanário, biblioteca, loja, cafeteria, mirante, jardim educativo e até mesmo um ambiente batizado como “Pinguinário” para mostrar a vida dos pinguins, visitantes freqüentes do litoral Sul do Brasil vindos da Patagônia, na Argentina. “O aquário ainda terá um pequeno auditório para workshops ou exibição de filmes sobre o ecossistema da região e uma sala de uso múltiplo para exposições relativas à vida marítima”, conta o arquiteto.

Aliando tecnologia à arquitetura, o projeto prevê ainda o corpo de uma baleia que também será um centro de visitações, onde poderá ser observado o esqueleto do animal em detalhes. “Planejamos um aquário que contemplasse a maior quantidade de amostras possível e que também proporcionasse uma interatividade com os visitantes”, afirma.

Segundo o arquiteto, as obras do Aquário Marinho do Pontal devem começar em agosto e a previsão é de que terminem entre 10 e 12 meses. “Acreditamos que será inaugurado entre junho e julho de 2010″, finaliza.

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Planta do Térreo

primeiro andar

Planta do Primeiro Andar

segundo andar

Planta do Segundo Andar

Fonte: Revista aU

Lafarge Gypson Abre Inscrições Para Premiação de Projetos Arquitetônicos com Drywall

Monday, July 20th, 2009

Empresa vai eleger os melhores trabalhos arquitetônicos com o uso do material em forros, paredes, revestimentos e mobiliários integrados

As inscrições para a segunda edição do Prêmio Lafarge Gypson de Arquitetura de Interiores estão abertas até o dia 30 de setembro. A premiação escolherá os vinte melhores projetos arquitetônicos que utilizam soluções em drywall para forros, paredes, revestimentos e/ou mobiliários integrados. O primeiro colocado ganhará um carro.

O critério de avaliação dos trabalhos será baseado no uso do Drywall para solucionar as necessidades dos projetos arquitetônicos. Além do carro para o primeiro lugar, a Lafarge Gypson ainda dará um iPhone 3G para o segundo ao quinto colocados e um iPod Nano para o sexto ao vigésimo lugares.

O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Lafarge Gypsum. Outras informações também podem ser obtidas pelo telefone 0800 282 9255. O resultado do concurso será divulgado no endereço eletrônico da empresa em 1º de novembro. Já a entrega da premiação acontecerá no dia 25 de novembro, no Museu de Arte Moderna (MAM), na cidade de São Paulo.

Na primeira edição do Prêmio Lafarge Gypson de Arquitetura de Interiores, ocorrida no ano passado, o vencedor foi o arquiteto Nagib Orro com o projeto da loja Sven Klaus Schimpf, em São Paulo. Outros 19 projetos foram selecionados e mais nove receberam menções honrosas.

Fonte: Revista aU